Faturação móvel na obra: o manual do construtor
SimplyQuote Team
Equipa de Conteúdo

É no fim do dia que as faturas se perdem
Termina o trabalho às 16h. Diz a si mesmo que envia a fatura hoje à noite. Às 22h já jantou, os miúdos estão na cama, e "hoje à noite" tornou-se amanhã em silêncio. A essa hora o trabalho é uma névoa e o recibo dos materiais está algures sob uma pilha no banco do passageiro.
Envie-a da entrada
Faturação móvel não é parecer moderno. É fechar a distância entre terminar o trabalho e pedir o pagamento. Abra a app antes de ligar a carrinha. Abra o orçamento, marque-o como concluído, ajuste as quantidades onde a realidade discordou da estimativa e envie. Noventa segundos na obra valem mais do que uma hora à mesa da cozinha — e a fatura chega enquanto o cliente ainda se lembra de ter gostado do trabalho.
Uma lista curta para a carrinha
- Abra o orçamento original. Não reconstrua de memória: vai esquecer uma linha e faturar-se a menos.
- Fotografe tudo o que justifique uma alteração de âmbito. Madeira a mais, a surpresa das canalizações.
- Acrescente materiais enquanto tem os recibos na mão. Depois jura que comprou três painéis e só fatura dois.
- Envie antes de arrancar. Aprovação e pagamento no mesmo dia acontecem mais do que se pensa.
A mesma fatura, outra semana
Uma fatura enviada na obra, com link de pagamento, costuma ser paga nessa mesma noite, do telemóvel do cliente, enquanto o seu trabalho ainda é o destaque da semana dele. A mesma fatura na terça seguinte, da secretária, aterra numa caixa de entrada cheia a competir com tudo o resto que lhe devem.
É toda a razão pela qual o SimplyQuote funciona como funciona. Orçamentos transformam-se em faturas com um toque. O cliente abre um link, revê, assina, paga. Sem password de portal, sem app para instalar, sem segunda conta. As traseiras cabem na caixa das luvas.
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